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1 15/05/2024 10:03

O Ministério Público do Trabalho (MPT) na Bahia apura as denúncias que são recebidas através do sistema disque 100 ou do site do órgão.

A partir desse ponto, um grupo de trabalho, composto por auditores fiscais, procuradores do trabalho, representantes da Defensoria Pública, da União, da Polícia Federal ou Polícia Rodoviária Federal, se articula para fiscalizar o local em que há suspeita de atividade executada por meio de trabalho análogo à escravidão.

O aumento no número de casos, sobretudo aqueles cujas vítimas são trabalhadores domésticos, se deve à intensificação feita na fiscalização a partir do ano de 2020, conforme afirma a procuradora do MPT Manuella Gedeon, que coordena as ações de combate ao trabalho escravo na Bahia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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