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1 15/09/2021 14:38

A Bahia registrou 24 sequestros entre janeiro e setembro deste ano, sendo 75% deles em Salvador ou cidades que ficam na região metropolitana. Nesta quarta-feira (15/9), a Polícia Civil prendeu três homens em uma operação contra organizações criminosas. Outros dois mandados de prisão, além mandados busca e apreensão também são cumpridos na capital e região metropolitana.

"As investigações estão em andamento, mas desses 18, nós há 10 dias fizemos uma prisão, há mais ou menos oito dias, nós em duas situações, nós fizemos autuações em flagrante de partícipes de extorsões mediante sequestro", disse o coordenador de Repressão a

Extorsão Mediante Sequestro (Draco), delegado Adailton Adam.
"Estamos com outros inquéritos em andamento e acredito que teremos novas operações em razão da fácil elucidação do crime de extorsão mediante sequestro. Como ele tem se demonstrado para a gente, no bojo das investigações, na cooperação Ministério Público e poder judiciário", afirmou.

Batizada de "Operação Cangalha", a ação é realizada em todos os estados do Nordeste, com apoio do Ministério da Justiça. O objetivo é desmontar quadrilhas responsáveis por diversos crimes, como tráfico de drogas, roubo a bancos e corrupção. O balanço regional de presos ainda não foi divulgado.

Na Bahia, a Justiça emitiu cinco mandados de prisão pelos crimes de extorsão e sequestro – sendo que dois ainda não foram cumpridos. Em Salvador, as ações acontecem nos bairros de Plataforma, São Marcos, Pernambués, Sussuarana e Cabula, além do município de Camaçari.

De acordo com o coordenador de Repressão a Extorsão Mediante Sequestro (Draco), delegado Adailton Adam, a operação será contínua e mandados por outros crimes também poderão ser deflagrados na Bahia. “Conseguimos cinco mandados de prisão preventiva e de buscas, para tirar de circulação essa parte da quadrilha – porque temos mais envolvidos. Fazemos parte da diretiva nacional da Operação Cangalha, em todos os estados do Nordeste, na qual estamos prendendo pessoas envolvidas com vários crimes”, explicou ele.

Na sede da Draco, um dos presos se identificou aos jornalistas pelo prenome Lucas. A polícia, no entanto, ainda não confirmou se esse é mesmo o nome dele, nem detalhou o sobrenome. O suspeito disse que não tem envolvimento com o caso, e que não conhece o segundo homem preso – que também não teve nome divulgado.

 

*G1 Bahia

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