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1 19/05/2020 11:08

Quem navegou pela internet na noite de segunda-feira (18/5) percebeu uma hashtag um tanto quanto estranha entre os assuntos mais comentados do Twitter, “Salve Bel Para Meninas”.

O termo, inspirado em um outro caso famoso nas redes sociais o da blogueira Marina Joyce, viralizou após um internauta criar uma teoria sobre o canal ‘Bel Para Meninas’, que antes se chamava ‘Fran Para Meninas’, sucesso entre o público teen com mais de 6 milhões de inscritos.

A teoria afirma que a youtuber Isabel, de 13 anos, estaria sendo pressionada pela mãe a gravar vídeos e sendo forçada a produzir conteúdos que não condizem com a idade da garota apenas para lucrar em cima da filha. Fran, a mãe da youtuber, não comentou o caso.

Trechos de alguns vídeos passaram a ser publicados como forma de provar a tese, afirmando que Bel parecia triste em algumas situações na qual havia sido submetida. Uma thread foi criada para explicar o caso.

Nas redes sociais, internautas começaram a convocar famosos para opinar sobre o assunto e até o apresentador Luiz Bacci, da Record, foi envolvido no caso. “Estou recebendo milhares de mensagens aqui e no face denunciando atitudes do perfil @fran_bel_nina_oficial ! Alguém sabe me explicar concretamente o que está acontecendo e como posso ajudar?”, questionou o apresentador.

A problematização do canal ‘Bel Para Meninas’ se estendeu para outros conteúdos produzidos para o público infantil, como a funkeira MC Melody, que eme 2019 passou por uma intervenção do youtuber Felipe Neto, e Planeta das Gêmeas. Atualmente o YouTube trabalha com um site específico voltado para o público infantil, o YouTube Kids. O conteúdo das meninas, no entanto, não é publicado nesta plataforma.

Vale lembrar ainda que a plataforma segue a Lei de Proteção da Privacidade On-line das Crianças (COPPA, na sigla em inglês) para definir se o conteúdo é adequado para o público. A lei faz parte de um contrato com a Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos e caso não seja cumprida, pode acarretar em problemas judiciais.

Entre os fatores analisados pela FTC para enquadrar o vídeo como conteúdo infantil estão: tema, público alvo, personagens, celebridades ou brinquedos para crianças, linguagem, trilha sonora e o conteúdo.

 

 

 

 

*Bahia ba

 

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